A BARATINHA E A FAMILIA MALUCA!
- Giza Garcia

- 10 de fev. de 2022
- 2 min de leitura
Atualizado: 10 de fev. de 2022

São pouco mais de 23 horas. Eu, meu marido, meus dois filhos e as noras estamos sentados na sala jogando conversa fora com as portas da varanda escancaradas por conta do calor!
De repente entra o que todos pensaram ser um besouro voando, exceto uma das minhas noras que vai conferir e descobre o que ela chamou de “filhote” de barata voadora.
Quando ela diz a palavra “barata” só vejo os demais membros da família voando pela casa, inclusive um dos marmanjos que tem mais de 1.85m e o outro que se acha o corajoso. Eu estou no bloco dos fujões!
O unico que ficou para dar uma força moral para a nora corajosa foi meu marido. De longe eu peço a ela que não mate o bicho com tanta força para não sujar a parede que terei que limpar.
Se passam alguns minutos e ela diz que não encontrou o “filhote”, que possivelmente teria ido embora. Aproveitando a deixa e o medo, todos concordam que é hora de fazerem o mesmo e irem para suas casas.
Despedidas para lá e para cá, saímos e chamamos o elevador, onde entraram os três medrosos e a corajosa. Só que antes que a porta do elevador se fechasse o que presenciei foi uma fuga em massa! Minha outra nora descobriu que o “filhote” estava no cabelo da corajosa e foi uma gritaria tamanha que duvido que alguém no prédio continuou dormindo.
A corajosa não se intimidou, correu para o banheiro, tirou a blusa, escovou os cabelos e não encontrou o tal “filhote”. No final das contas, imaginamos que o bicho se assustou tanto com o escândalo que se escondeu num vaso de planta do hall da vizinha. Só que ninguém teve coragem de confirmar.
Minutos depois, já por volta das 23.30hrs. todos descem receosos pelo mesmo elevador, se certificando antes que o “filhote” não estava lá.
O fato é que, antes que o elevador chegasse ao térreo, ouvi novamente um barulho tão grande que corri para dentro do apartamento com medo de ser expulsa do prédio.
Minutos se passam e as 23.40 recebo a seguinte mensagem da minha outra nora:
- A barata estava no elevador que fugimos, mas matamos ela!
- Estou com dor no dedinho. O pamonha do teu filho pisou nele!!!
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